Yentl + Yentl in concert

  Oi galera, tudo bom?
  Simm, essa será mais uma resenha dupla! Recentemente assisti um musical que acho que é um dos mais importantes que já vi, e que deveria ser assistido por muitos: Yentl. Yentl é o nome de uma garota judia, interpretada pela brilhante Barbra Streisand, que vive em uma época em que apenas os homens tinham direito ao estudo. Filha de um professor de Talmud (um código de leis judaicas), ela sempre gostou de aprender coisas novas, e seu pai a ensina o máximo que pode. Quando ele falece, Yentl se vê em uma situação péssima. Suas amigas e parentes querem que ela aprenda a cozinhar, limpar, e executar todos os deveres de uma moça da época. Mas, como podem ter percebido, ela não era uma dama comum.

Pra quê se contentar com apenas um pedaço do céu?
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  Para mudar seu destino, Yentl é obrigada a tomar uma atitude drástica. Ela corta seus cabelos, pega algumas roupas do pai, toma o nome de seu irmão já falecido, Anchel, e vestida como um homem foge rumo a uma Yeshiva (escola), para finalmente aprender e discutir todos os assuntos que bem entender. Tudo vai bem, até que ela conhece Avigdor. O moço, charmoso que só, logo se encanta pelo jovem rapaz, sem saber que há uma moça por detrás de todo aquele conhecimento e petulância. O sentimento logo se torna recíproco, mas estamos no ano de 1975! Se as mulheres não tinham o direito de estudar, imaginem um romance entre dois (Até então) homens!!(!!). Sendo ainda que, Avigdor está noivo de uma bela dama, perfeita, submissa (o que era louvável antigamente), linda e dedicada. 
  Yentl fala sobre tentar. Não se contentar com o que dizem que você pode fazer, e sim lutar pelo que acredita. Também é sobre empatia, sobre calçar o sapato do outro e se sensibilizar. Além dessa história incrível, há músicas maravilhosas por todo o longa. Eu nunca tive tanto contato com o canto de Barbra, então pra mim foi o máximo poder conferir o porque de sua extensa coleção de prêmios. Ela arrasa!
  
  Agora, sobre Yentl in Concert, da minha lindíssima Alessandra Maestrini. Já ouviram bastante esse nome por aqui, né? Sim, é a mesma atriz do músical O Som e a Sílaba, que foi resenhado em julho! Confere aqui! Popularmente conhecida como "Bozena, de Pato Branco, daí!", haha. Alessandra sempre foi mega fã da Barbra Streisand, e Yentl é basicamente seu filme favorito. Então, ela produziu um show belíssimo, em parceria com o renomado pianista João Carlos Coutinho, em que conta para os espectadores a história do longa, cantando todas as músicas. Pra quem não sabe, essa mulher além de atriz é cantora, compositora, humorista, versionista, amor da minha vida... Multitalentosa! 

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 Yentl - In Concert é uma resenha, performada por uma Barbra toda brasileira, toda nossa. Ela tem uma interação muito gostosa com o público, comentando com piadas, trejeitos em cada personagem, em cada cena, e isso traz pra gente momentos únicos. Quando interpreta "Papa can you hear me", convida a platéia a ouvir essa música, que mais parece uma oração, de olhos fechados. Eu fechei os olhos na sala de casa e simplesmente viajei na letra dessa canção. Parecia que eu estava sentada atrás da Yentl, sentindo toda a sua aflição, e que se eu abrisse os olhos poderia vê-la na minha frente.  
  Eu vi o show logo depois de assistir o filme pela primeira vez, e fez muita diferença na minha maneira de interpretar todas as lições que o roteiro tem a apresentar. Desde o figurino, que acompanha todas as fases de Yentl de forma simples e poética, até o jogo de luz, que nos familiariza com o sentimento que está sendo representado ali. Vale lembrar que no palco há apenas o piano, uma poltrona e o microfone. A intérprete conta a história de uma forma tão cativante, que conseguimos imaginar tudo com detalhes, sem a necessidade de um cenário.
  Em suma, eu recomendo demais os dois! Principalmente nos tempos de hoje, é importante ter consigo a mensagem de que você não deve se submeter a nada. Lembrar que você tem uma voz, que pode e deve ser usada ao seu favor. Bravo Barbra, bravo Alessandra! Que a jornada de Yentl inspire muitos corações a voar alto!








Agora, peço licença pra vocês só pra mostrar esse autógrafo LINDO que veio junto com o meu DVD/CD. Dá pra sentir o carinho daí? Porque eu senti daqui! Se ela não existisse, eu teria que inventar! 

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 Pra quem ficou curioso com a Alê cantando, segue um vídeo com algumas partes do espetáculo! Espero que tenham gostado! Beijos, e até mais! 





Mamma Mia: Here I go again

  A louca dos musicais voltou! Gente, assim que saiu a notícia de que teríamos um novo Mamma Mia (um dos meus musicais favoritos da vida), eu já fiquei em êxtase. O primeiro filme tem tudo de bom que há nesse mundo, e pra quem não assistiu, aqui vai um resuminho:
  Donna é mãe solteira de uma menina linda, chamada Sophie. As duas vivem em uma ilha na Grécia. Seu sonho é abrir um hotel na pequena pousada em que moram, e Donna sempre trabalhou muito pra isso, além de criar a filha sozinha. Tudo isso por não ter certeza de quem seria o pai de Soph. Após ler o diário da mãe, a menina tem a idéia de convidar os três possíveis pais para seu casamento. É uma comédia lindíssima, recheada de músicas icônicas do grupo Abba, interpretadas por ninguém menos que Meryl Streep, Amanda Seyfried, Colin Firth... elenco BÁSICO né? Isso porque vocês não viram quem faz parte do segundo filme. 

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  O segundo filme começa com um baque. Eu fiquei perplexa, e no caso de você não querer saber, vou deixar o spoiler bem aqui, em branco. Se quiser ler, passe o mouse por cima: Donna morreu. Ok, respire um pouquinho. Eu sei que é difícil assimilar. 
  Começamos a história com Sophie mandando convites para a inauguração do hotel, e em paralelo, acompanharemos a jornada de Donna até chegar aonde estava quando a conhecemos primeiramente. Tinha tudo pra ser lindo, mas algumas coisas pecaram. Lilly James foi a atriz escolhida para interpretar a jovem Meryl, e apesar de não ser uma tarefa fácil, me decepcionei bastante com sua atuação... Mas a culpa não foi só dela, não. No filme original, as performances simplesmente aconteciam, era algo natural, como acontece em todo musical. Em "Mamma Mia: Here we go again", as músicas que se passavam no passado, com os atores jovens, pareciam mais clips de música, com ator olhando pra câmera e tudo. Fora que, os personagens mais jovens como Donna e as amigas, ficaram extremamente caricatas. Dá pra acreditar que as mulheres não mudaram o penteado por 40 anos? Achei que ficou forçadinho. 

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  Mas ainda assim, eu assisti esse filme três vezes desde que lançou. Porque sim, teve muita coisa boa também! As músicas continuam bárbaras, teve Cher, o elenco original compensou MUITO todo o sofrimento que tive com o elenco jovem, Cher, tiveram cenas que me levaram as lágrimas e cenas que me fizeram querer levantar no cinema e dançar. A história terminou com um final fechadinho, e eu amei conhecer, mesmo que pela Lilly, um pouquinho mais de uma das minhas personagens favoritas do cinema. E teve Cher. Eu já mencionei a Cher? GENTE, A CHER. CANTANDO. MÚSICAS. DO. ABBA. 
  A cantora, inclusive, gravou um CD todinho cantando músicas do Abba nas versões dela. Pra quem quiser conferir, tá aqui: 

TASCA O PLAY, GENTE! TÁ LINDO! ♥

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Então pra quem amou o primeiro, pra quem curte Abba, musical, comédia, filme de deixar o coração quentinho, eu SUPER recomendo!! Espero que tenham curtido, e espero conseguir voltar a postar com a mesma frequência que amo fazer. Oremos, people. Hahaha

Brasil Game Show: 2018!

E teve #BGS2018 simmm!

  Gente, como no ano passado, cobri esse evento incrível e trouxe um pouquinho do que rolou lá pra vocês! Antes de tudo, queria pedir mil desculpas pela ausência. Acabei perdendo o jeito pra escrever depois de tanto tempo longe por conta dos trabalhos e provas. Fica difícil continuar, mas vamos juntos, um passo e uma resenha de cada vez eu vou voltando ♥ 
  Vamos começando, porque tem muita foto pra deixar isso aqui lindão! Não consegui fotografar todos os convidados, então foquei nos meus favoritos! Com vocês, Charles Martinet! Não sabe quem é? Dá uma conferida no vídeo, que eu aposto que vai lembrar! 


Algumas fotos dos nossos convidados queridos! 

Yoshinoro Ono - Produtor de Street Fighter
Katsuhiro Harada - Produtor de Tekken/Soul Excalibur
Charles Martinet - Dublador do "Super Mário"! 
Nolan Bushnell, criador do ATARI! Gente, eu falei desse senhor no meu TCC. 
Os stands desse ano estavam incríveis! Não foram taaantos brindes quanto no ano passado, mas teve muita coisa boa! O da #Fini era um desafio de Mario Kart, em cima daquelas plataformas que ficam em piscinas de bolinhas. Quem perdia, caía lá dentro e ganhava um fini de consolação. O ganhador da corrida, além de permanecer sentado (ufa!), ganhava uma sacolinha com mais doces. (Eu ganhei!) 
  O stand da Old Spice estava muito engraçado, rolando competição para ver quem aguentava segurar mais a palavra "MUITO" do slogan "Fragâncias que duram muuuito". Quanto mais tempo, melhor o prêmio! Tinha de esponjinha de banho a toalha, muito bacana! E se postasse foto com a hashtag deles, ganhava um desodorante na faixa! Isso sem contar o de Black Desert, que distribuiu ecobags lindíssimas com keys para jogar o jogo gratuitamente. Detalhe: Se chegar até o nível 30, o jogo passa a ser seu permanentemente! Legal né? O da Xbox estava animadíssimo com Just Dance rolando, curti tanto que dancei duas vezes! Mas o meu favorito foi o da Piticas: Stand ENORME, cheio de atividades diversas como arco e flecha, Genius, e outros jogos conhecidos. Dependendo do seu desempenho, você ganha uma ou duas moedas, chamadas de Pitcoins. Com elas, você consegue vários prêmios dentro da loja, copos, chaveiros e coisas do tipo! 
  E tinha também alguns cenários espalhados pra gente tirar foto. Alguns tinham filinhas básicas como qualquer convenção, mas vale a pena por uma lembrança né? 





  Tinha também do filme #OperaçãoOverlord, com make de zumbi profissional, de graça! Só precisava ter coragem para enfrentar a fila. 


  Gente, a praça de alimentação estava muito maravilhosa! Tinha desde Bob's até China in Box lá dentro, tudo com preço justo, então super recomendo comer lá se não quiser levar peso no ano que vem. Lugar pra sentar estava meio difícil, mas foi nessa que eu e meu namorado conhecemos outros fãs dos mesmos jogos que a gente, batemos um papo, ótima oportunidade de conhecer gente nova!
  No dia 12, tinha muito cosplayer f*da, separei os mais legais aqui pra vocês: 

Newt Scamander, guri fofo! #PartiuHogwarts 
Doctor Strange, Supergirl, Hera, Cinderella e Esmeralda. Grupo mais aleatório que Ronaldinho Gaúcho, hahaha. 
Eu pedi pra tirar foto com ela, ela gargalhou na minha cara, fez essa pose fofíssima e saiu super séria. Medo real. 
Esse Joker tava muito maravilhosoooo! 
Essa Cleópatra tava arrazani demais. Meu sonho ser linda assim um dia.  
Eu e meu migo, Deadpool. 
Eu e minha amiga Harley ♥
@inkedbatsy, lindíssima! Amei conhecer pessoalmente, já acompanhava o trabalho pelo IG! 
Eu achei tão real que deu medinho de ficar perto demais e ele me morder. 
Simone Granger, uma QUERIDA que já havia encontrado na CCXP ano passado, vestida de Minerva!

E é isso pessoal! Foi muito bacana, como sempre! Uma delícia participar de um evento com tanta gente empenhada em fazer algo melhor a cada ano!! O único ponto negativo não foi nem por conta do evento, e sim porque não houveram tantos lançamentos de jogos, então tiveram que rebolar MUITO pra trazer novidades e atividades para entreter o público. Conseguiram, com maestria! Valeu, Brasil Game Show! Até 2019, se Deus quiser! 

Abaixo minha tentativa de Cospobre, Clementine - The Walking Dead (Telltale). 



Uma noite com Grace Kelly

Resultado de imagem para uma noite com grace kellyTítulo: Uma noite com Grace Kelly
Autor: Lucy Holliday
Editora: Harper Collins
Número de páginas: 304
Data de publicação: 2017
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  Olar, tudo bom? Quem aqui ama chick-lit? Eu sempre leio pelo menos um livro desse gênero por mês, porque adoro as narrativas divertidas e leituras leves que sempre encontro nesses títulos.
  A série da Lucy Holliday se tornou uma das minhas favoritas, tanto pelo enredo incrível e engraçado, quanto pela idéia de colocar nos nossos tempos atuais, três estrelas do cinema: Audrey Hepburn, Marilyn Monroe e Grace Kelly. Cada uma delas aparece em um volume, e ajuda a nossa protagonista mega atrapalhada, Libby, a tomar decisões e melhorar sua vida.
  Confira aqui a resenha dos livros anteriores: Uma noite com Audrey / Uma noite com Marilyn. Podem haver spoilers deles, ok? 
Para quem não conhece os outros volumes, um pequeno resumo: Libby tentou atuar por um bom tempo, antes de perceber que realmente não servia para aquilo. Ela sempre foi muito criativa, entretanto, com jóias. E fez disso um negócio. Seus melhores amigos, Olly e Nora, sempre a ajudaram em tudo, já que sua mãe e irmã estão mais preocupadas com elas mesmas do que com qualquer outra coisa. AH! E, de vez em quando, uma diva do cinema aparece no seu sofá. O chesterfield de couro é palco para aparições mágicas de Audrey Hepburn, Marilyn Monroe e, nesse último livro, Grace Kelly. 
  Após vários desastres amorosos, ela descobre que está apaixonada, pelo seu amigo de infância, Olly. Só que, ele está namorando. E, apesar do seu negócio estar fazendo muito sucesso, toda a idéia da empresa está se afastando demais do que Libby idealizava, e ela não pode reclamar pois sua nova sócia é dona do novo apartamento onde ela mora. Que fase, né? 
 Mas tudo está prestes a mudar, quando, atrapalhada do jeito que é, conhece seu mais novo "crush" no meio da rua, em meio a um pequeno acidente. Um personal trailer lindíssimo, meio brasileiro (BRASILEIRO!), que tem um segredinho que será revelado na metade da trama. 

Eu nunca conheci alguém mais comprometido em viver do que você.  Resultado de imagem para jennifer lawrence gif

  Como sempre, a escrita de Lucy é encantadora, e a leitura é extremamente fluída. Você viaja nas palavras dela, e quando vai ver, o livro acabou! A única ressalva que tenho sobre essa história linda, é que ela usou daquele clichê meio "Melhor amigo da noiva", sabem? Mostrar um cara perfeito, e depois estragar ele para que a protagonista fique com o outro cara. Fora isso, eu adorei cada página, e achei o final perfeito e fechadinho para a história da Liberty. Espero ler outras obras da autora muito em breve! Terminei esse livro com vontade de ser amiga da Libby, chamar ela pra assistir filme aqui em casa! Hahaha 
  Espero que tenham gostado, e em breve voltarei com mais chick-lits por aqui ♥
 
 

Harry Potter e o Cálice de Fogo

Resultado de imagem para harry potter and the goblet of fire bookTítulo: Harry Potter and the Goblet of Fire
Autor: JK Rowling
Editora: Scholastic
Número de páginas: 734
Data de publicação: 2003
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 Oi gente! Turubom? Depois de um mês de "férias", resolvi voltar de vez! Voltei com a resenha de um dos desafios literários: Ler um livro da sua infância. Como já defini que lerei toda a saga Harry Potter novamente, aproveitei a oportunidade e reli "O cálice de fogo", quarto livro da série. Resenhas dos livros anteriores: 01 / 02 / 03. Podem haver spoilers dos outros volumes :) 
  Harry está de volta ao mundo mágico! Antes de voltar as aulas em Hogwarts, a turma toda (incluindo a extensa família Weasley), embarca em uma viagem para assistir a Copa de Quadribol (Futebol bruxo). Porém, no meio do evento, a marca negra aparece no céu. Aquela que só pode ser invocada pelos seguidores de uma pessoa: Voldemort. O que isso significa? Será que tem a ver com o fato da cicatriz de Harry doer constantemente? Ou, pior ainda, que ele tenha voltado de alguma forma?
  É claro que JK Rowling traria ainda mais emoção para a narrativa, com um campeonato entre escolas, em meio a essa situação! Hogwarts, Durmstrang (Escola de magia da Noruega) e Beauxbatons (Escola de magia na França), competem pela taça tribuxo (e vaaaários mil galeões) se enfrentando em diversas tarefas, tendo que usar o conhecimento obtido no ensino das escolas.
  Só podem participar maiores de idade, e é claro que Harry nem ao menos tentaria, já que nos últimos três livros passou por aventuras suficientes para uma vida inteira. Mas, é claro que isso não quer dizer nada, e que ele vai sim representar sua escola, e enfrentar tarefas muito mais difíceis que ele poderia imaginar. Somos apresentados a novas pessoas, um novo professor de arte das trevas, e a muitas criaturas! Inclusive, uma nova Elfa doméstica!

Se quiser saber como um homem é, olhe bem como ele trata seus inferiores, não seus iguais.

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  Como é diferente reler agora, depois de adulta! A primeira coisa que percebi e que vale pra saga inteira, é que nos filmes é tudo muito separadinho, os personagens só são citados quando aparecem, como os Lovegood e os Diggory. Nos livros, apesar de só ter destaque no quarto volume, são citados muito antes!

  Dumbledore também é muito mais legal! Tipo, infinitamente mais legal nos livros! Todos os personagens mais velhos, nos filmes, parecem ter somente interesse pelo que acontece ao redor de Harry, o que faz parecer que ele é o único aluno que importa na escola toda. Na leitura, Dumbledore se revela muito mais "amigo" de todo o restante dos personagens, fazendo piadas com os gêmeos Weasley, etc. E falando em piadas, tem duplo sentido!! Eu fiquei cho-ca-da quando li a frase "Can I have a look at uranus too, Lavender" sendo dita pelo Rony, pra ele logo levar uma advertência depois. Vou deixar aqui pra ver se vocês pegam a zoeira que Joanne Rowling colocou (em um livro infantil, gente!)

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Como sempre, conforme as crianças vão crescendo, coisas mais sombrias e sérias tomam conta do enredo, tornando esse (até então) um dos livros menos "alegres" da saga. Com certeza é o que tem mais ação, e muita reviravolta!
  Pretendo ler todos os sete livros ainda esse ano, então, volto (de verdade, prometo) com a resenha do quinto livro já já pra vocês!

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