Em algum lugar nas estrelas

Resultado de imagem para em algum lugar nas estrelasTítulo: Em algum lugar nas estrelas
Autor: Clare Vanderpool
Editora: Darkside
Número de páginas: 284
Data de publicação: 2016
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  Bom, primeiramente peço desculpas.
Eu ando sumindo com uma certa frequência, aparentemente perdi um pouquinho o jeito pra escrever. Mas vou tentar ao máximo voltar de verdade. É que, sinceramente, faz um tempo que não leio algo que me dê vontade de escrever sobre. Isso mudou com "Em algum lugar nas estrelas", o livro lindíssimo da Clare Vanderpool.
  Eu resolvi fazer um desafio particular que achei na internet, e a categoria era "um livro que eu comprei pela capa". Essa edição é a mais linda de todas da Darkside, na minha opinião! Então me joguei na leitura, e vi que a história faz jus a beleza do exemplar.
  Jackie é uma criança, um garotinho que perdeu a mãe. Seu pai, um militar, não consegue lidar com o luto e envia o filho para um internato, onde os garotos estudam e moram. Lá, Jack conhece Early, um menino que só frequenta as aulas que quer, mora em um alojamento separado dos demais meninos (por vontade própria) e tem manias estranhas, como organizar balas quando está nervoso ou ouvir determinados cantores clássicos somente em dias específicos da semana (Quando chove, é sempre Billie Holliday). Early também tem uma estranha fascinação pelo número PI, como se ele fosse real, com uma história que só ele conhece. E quando um dos professores determina que o número pode ser finito, ao contrário das teorias existentes, ele foge para mostrar que ele está errado, e Jack embarca nessa jornada com ele, de começo apenas para protegê-lo e provar que isso é loucura... até que ele percebe que talvez não seja tão louco assim.

Minha mãe era como a areia. Do tipo que o esquenta na praia quando você sai da água tremendo de frio. Do tipo que gruda no corpo, deixando uma impressão na pele para fazer você se lembrar de onde esteve e de onde veio. Do tipo que você continua achando nos sapatos e nos bolsos muito tempo depois de ter ido embora da praia.

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  Early tem a síndrome de Asperger, e essa história se passa durante a Segunda Guerra Mundial. Dá pra ter noção do nível de emoção que essa trama tem né? Eu estava muito ansiosa para ler algo sobre um Asperger, pois já assisti em filmes, séries e teatro. Então, foi uma experiência especial e empática. É fácil se apaixonar pela doçura de Early, e aprender com a maturidade de Jack, tão novo, tendo que passar por momentos tão difíceis até mesmo para os adultos. A forma como a história de PI é interligada com a história dos meninos, e como ambos vão se desenvolvendo durante a jornada... os personagens que nos são apresentados, todas as narrativas... É muito envolvente e muito, muito bonito. 

Eu disse que ia ficar tudo bem.
 Mas estava chovendo dentro dele e não havia Billie Holliday. 
Não tinha música nenhuma.

  Em algum lugar nas estrelas tem uma sensibilidade rara de se encontrar em livros hoje em dia (prova disso são alguns ínumeros que li e nem fiz resenha, pois não me afetaram em nada. Motivo do meu sumiço temporário). Algumas frases acertam o coração da gente em cheio. O quote que destaquei acima me fez lacrimejar na hora. Recomendo mutíssimo! ♥
   

Elis Regina: Nada será como antes

Resultado de imagem para elis regina nada será como antesTítulo: Elis Regina - Nada será como antes
Autor: Julio Maria
Editora: Master Books
Número de páginas: 423
Data de publicação: 2015
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  Sou fã de Elis desde que me entendo por gente. Minha mãe e minha vó sempre escutaram, e comigo não foi diferente. A letra de "Como nossos pais" ecoava sempre na minha cabeça, dividindo espaço com as letras da Xuxa e da Eliana, comum entre as outras crianças. Mas "Madalena", "Romaria" e "Redescobrir" sempre foram as minhas favoritas. Nunca havia lido nada sobre a vida dessa cantora, que sempre foi tão importante pra mim. Evitava, pois eu sabia que saber ainda mais sobre ela me arrebataria. Pois bem, arrebatou. 
  Para quem não conhece, Elis Regina é considerada até hoje a maior intérprete do Brasil. Intérprete, pois ela não só cantava as canções. Ela as interpretava de tal maneira, que era impossível não se envolver com as letras e as mensagens nelas contidas. Do alto de seus 1,53 de altura (a minha altura), se tornou gigante na MPB nacional e internacional. Cantou sucessos ao lado de Tom Jobim, Rita Lee, Jair Rodrigues e muitos outros artistas renomados. Nasceu em uma cidade pequena, no interior do Rio Grande do Sul, e dominou o mundo com sua voz potente e atitude quente. Era conhecida por muitos como "pimentinha". 

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  Esse livro lindíssimo é o mais completo que encontrei sobre Elis Regina. Além das muitas fotografias raras, é repleto de depoimentos de diversas personalidades que admiro, como Jô Soares, Ivan Lins, Gal Costa... e nos conta a trajetória dela desde que a mesma nasceu, até mesmo com uma explicação para seu nome, até seus últimos dias de vida. Um verdadeiro tesouro! 
  Assim como seu filho João Marcelo disse, alguns fatos sobre sua história eu ainda não conhecia. Soube de coisas que me fizeram gostar um pouco menos dela, no início de sua carreira, em que ainda estava descobrindo como era ser um ícone mas não tinha maturidade suficiente para lidar com isso. Mas também li coisas que me fizeram amá-la ainda mais, como a força que demonstrou na época da Ditadura, cantando hinos de protesto disfarçados em meio a censura, levando esperança através de músicas como "O bêbado e a equilibrista" e "Como nossos pais". Não desistindo mesmo depois de ameaçada pelos militares. Um verdadeiro mulherão da porra. 

"Elis Regina tinha energia para ser sol ou tempestade, nunca chuvisco"Resultado de imagem para elis regina Resultado de imagem para elis regina

 É arrepiante observar a maneira como ela tocou tantos corações, e ainda o faz mesmo depois de tanto tempo após sua morte. Recomendo esse livro para todos os fãs de música, de história, de mulheres fortes e talentosas. Indico MUITO! É difícil demais escrever sobre essa obra, porque eu me apaixonei ainda mais pela minha cantora favorita. Gostaria que todos soubessem de sua importância para a história desse país! Imortalizada através de musical, filme, séries, documentários, livros... estará sempre viva. Viva Elis! 🌹

O ano em que disse sim

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Autor: Shonda Rimes
Editora: Best seller
Número de páginas: 252
Data de publicação: 2015
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  Você já assistiu Grey's Anatomy? Bom, mesmo que não tenha assistido, aposto que sabe bem da fama da série. Morre todo mundo, é um drama que só. E é mesmo! Mas, além disso, existe uma trama muuuito bem desenvolvida, um roteiro impecável, idealizado por uma mulher f o d a: Shonda Rimes.
  Tudo o que essa mulher escreve é incrível! Duas das minhas séries favoritas foram criadas por ela e já foram resenhadas aqui no blog! Grey's Anatomy e How to get away with murder. E hoje vou falar um tiquinho pra vocês sobre o livro - maravilhoso - dela, "O ano em que disse sim". 
   A escritora desafiou a si mesma com um propósito: Melhorar a própria vida. Ela vivia para ficção, mas a sua vida real estava decaindo. Então resolveu responder sim para tudo que fosse perguntada, seja qual fosse a pergunta, durante um ano. Apesar de ser famosíssima por suas criações há tempos, apenas recentemente ela começou a comparecer em eventos e entrevistas, pois sempre foi muito tímida por causa de seu corpo e de seu jeito atrapalhado. 

As vidas de minhas personagens tinham se tornado inimaginavelmente imensas. Pessoas do mundo inteiro conheciam Meredith e Olivia. Ao mesmo tempo, minha vida estava tão desprovida de cor e entusiasmo que eu mal conseguia vê-la.

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  Essa obra é como se fosse um bate papo com o leitor. Shonda conversa mesmo, nos desafiando a discordar dela, explicando seus motivos para certas decisões, algo maravilhoso de ler! Até porque, ela cita muitos momentos que tem a ver com as séries, como a saída da Sandra Oh de Grey's Anatomy, como foi planejada a cena, até mesmo como escolheram a música que tocou na hora. Um verdadeiro presente pra quem já é fã. 
  E pra quem não é fã, também é o máximo conhecer um pouco de como é a cabeça dessa mulher. Eu gastei quase um pacote de post it de tanta frase linda e inteligente que ela escreveu. Inclusive, tenho várias salvas de algumas das séries dela, de discursos (que só aconteceram graças ao "sim" que ela deu, foi com medo mesmo e arrasou). Um verdadeiro exemplo de mulher, negra, independente, poderosa. Vê-la descobrindo seu poder através desse livro, e nos contando alguns segredos de coisas que podemos fazer para melhorar, é muito inspirador! Sua maneira de escrever, é como se estivéssemos com ela sentadinha no sofá, tomando um café e papeando. Só que com um gênio, que fala coisas que te pegam no íntimo. Tendo Shonda no meio, eu precisava deixar um espaço aqui para quotes, né? Deixei alguns dos meus favoritos aqui em baixo, espero que curtam! Até a próxima!! 

Eu acho que a questão é essa. Todos tem grandeza dentro de si. Você tem. Aquela garota ali tem. Aquele cara à esquerda tem um pouco. Mas, para cultivá-la de verdade, é preciso tomar posse dela. Precisa abraçá-la. Precisa acreditar nela.

💗

Sortuda implica dizer que não fiz nada. Sortuda implica que algo foi me dado. Sortuda implica dizer que me entregaram algo que não mereci, pelo qual não trabalhei duro. Caro leitor, que você jamais seja sortudo. Não sou sortuda. Sabe o que eu sou? Sou inteligente, sou talentosa, tiro proveito das oportunidades que aparecem em meu caminho e trabalho muito, muito arduamente. Não me chame de sortuda. Pode me chamar de durona.

💗

Dizer sim? Não há como planejar. Não há como me esconder. Não há como controlar isso. Não se vou dizer "sim" a tudo. 
Sim a tudo que é assustador.
Sim a tudo que me tira da zona de conforto. 
Sim a tudo que parece loucura. 
Sim a tudo que parece deslocado.
Sim a tudo que parece idiota. 
Sim a tudo.
Tudo.
Dizer "sim".
Sim.
Fale. Fale AGORA!

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Yentl + Yentl in concert

  Oi galera, tudo bom?
  Simm, essa será mais uma resenha dupla! Recentemente assisti um musical que acho que é um dos mais importantes que já vi, e que deveria ser assistido por muitos: Yentl. Yentl é o nome de uma garota judia, interpretada pela brilhante Barbra Streisand, que vive em uma época em que apenas os homens tinham direito ao estudo. Filha de um professor de Talmud (um código de leis judaicas), ela sempre gostou de aprender coisas novas, e seu pai a ensina o máximo que pode. Quando ele falece, Yentl se vê em uma situação péssima. Suas amigas e parentes querem que ela aprenda a cozinhar, limpar, e executar todos os deveres de uma moça da época. Mas, como podem ter percebido, ela não era uma dama comum.

Pra quê se contentar com apenas um pedaço do céu?
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  Para mudar seu destino, Yentl é obrigada a tomar uma atitude drástica. Ela corta seus cabelos, pega algumas roupas do pai, toma o nome de seu irmão já falecido, Anchel, e vestida como um homem foge rumo a uma Yeshiva (escola), para finalmente aprender e discutir todos os assuntos que bem entender. Tudo vai bem, até que ela conhece Avigdor. O moço, charmoso que só, logo se encanta pelo jovem rapaz, sem saber que há uma moça por detrás de todo aquele conhecimento e petulância. O sentimento logo se torna recíproco, mas estamos no ano de 1975! Se as mulheres não tinham o direito de estudar, imaginem um romance entre dois (Até então) homens!!(!!). Sendo ainda que, Avigdor está noivo de uma bela dama, perfeita, submissa (o que era louvável antigamente), linda e dedicada. 
  Yentl fala sobre tentar. Não se contentar com o que dizem que você pode fazer, e sim lutar pelo que acredita. Também é sobre empatia, sobre calçar o sapato do outro e se sensibilizar. Além dessa história incrível, há músicas maravilhosas por todo o longa. Eu nunca tive tanto contato com o canto de Barbra, então pra mim foi o máximo poder conferir o porque de sua extensa coleção de prêmios. Ela arrasa!
  
  Agora, sobre Yentl in Concert, da minha lindíssima Alessandra Maestrini. Já ouviram bastante esse nome por aqui, né? Sim, é a mesma atriz do músical O Som e a Sílaba, que foi resenhado em julho! Confere aqui! Popularmente conhecida como "Bozena, de Pato Branco, daí!", haha. Alessandra sempre foi mega fã da Barbra Streisand, e Yentl é basicamente seu filme favorito. Então, ela produziu um show belíssimo, em parceria com o renomado pianista João Carlos Coutinho, em que conta para os espectadores a história do longa, cantando todas as músicas. Pra quem não sabe, essa mulher além de atriz é cantora, compositora, humorista, versionista, amor da minha vida... Multitalentosa! 

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 Yentl - In Concert é uma resenha, performada por uma Barbra toda brasileira, toda nossa. Ela tem uma interação muito gostosa com o público, comentando com piadas, trejeitos em cada personagem, em cada cena, e isso traz pra gente momentos únicos. Quando interpreta "Papa can you hear me", convida a platéia a ouvir essa música, que mais parece uma oração, de olhos fechados. Eu fechei os olhos na sala de casa e simplesmente viajei na letra dessa canção. Parecia que eu estava sentada atrás da Yentl, sentindo toda a sua aflição, e que se eu abrisse os olhos poderia vê-la na minha frente.  
  Eu vi o show logo depois de assistir o filme pela primeira vez, e fez muita diferença na minha maneira de interpretar todas as lições que o roteiro tem a apresentar. Desde o figurino, que acompanha todas as fases de Yentl de forma simples e poética, até o jogo de luz, que nos familiariza com o sentimento que está sendo representado ali. Vale lembrar que no palco há apenas o piano, uma poltrona e o microfone. A intérprete conta a história de uma forma tão cativante, que conseguimos imaginar tudo com detalhes, sem a necessidade de um cenário.
  Em suma, eu recomendo demais os dois! Principalmente nos tempos de hoje, é importante ter consigo a mensagem de que você não deve se submeter a nada. Lembrar que você tem uma voz, que pode e deve ser usada ao seu favor. Bravo Barbra, bravo Alessandra! Que a jornada de Yentl inspire muitos corações a voar alto!








Agora, peço licença pra vocês só pra mostrar esse autógrafo LINDO que veio junto com o meu DVD/CD. Dá pra sentir o carinho daí? Porque eu senti daqui! Se ela não existisse, eu teria que inventar! 

💖









 Pra quem ficou curioso com a Alê cantando, segue um vídeo com algumas partes do espetáculo! Espero que tenham gostado! Beijos, e até mais! 





Mamma Mia: Here I go again

  A louca dos musicais voltou! Gente, assim que saiu a notícia de que teríamos um novo Mamma Mia (um dos meus musicais favoritos da vida), eu já fiquei em êxtase. O primeiro filme tem tudo de bom que há nesse mundo, e pra quem não assistiu, aqui vai um resuminho:
  Donna é mãe solteira de uma menina linda, chamada Sophie. As duas vivem em uma ilha na Grécia. Seu sonho é abrir um hotel na pequena pousada em que moram, e Donna sempre trabalhou muito pra isso, além de criar a filha sozinha. Tudo isso por não ter certeza de quem seria o pai de Soph. Após ler o diário da mãe, a menina tem a idéia de convidar os três possíveis pais para seu casamento. É uma comédia lindíssima, recheada de músicas icônicas do grupo Abba, interpretadas por ninguém menos que Meryl Streep, Amanda Seyfried, Colin Firth... elenco BÁSICO né? Isso porque vocês não viram quem faz parte do segundo filme. 

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  O segundo filme começa com um baque. Eu fiquei perplexa, e no caso de você não querer saber, vou deixar o spoiler bem aqui, em branco. Se quiser ler, passe o mouse por cima: Donna morreu. Ok, respire um pouquinho. Eu sei que é difícil assimilar. 
  Começamos a história com Sophie mandando convites para a inauguração do hotel, e em paralelo, acompanharemos a jornada de Donna até chegar aonde estava quando a conhecemos primeiramente. Tinha tudo pra ser lindo, mas algumas coisas pecaram. Lilly James foi a atriz escolhida para interpretar a jovem Meryl, e apesar de não ser uma tarefa fácil, me decepcionei bastante com sua atuação... Mas a culpa não foi só dela, não. No filme original, as performances simplesmente aconteciam, era algo natural, como acontece em todo musical. Em "Mamma Mia: Here we go again", as músicas que se passavam no passado, com os atores jovens, pareciam mais clips de música, com ator olhando pra câmera e tudo. Fora que, os personagens mais jovens como Donna e as amigas, ficaram extremamente caricatas. Dá pra acreditar que as mulheres não mudaram o penteado por 40 anos? Achei que ficou forçadinho. 

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  Mas ainda assim, eu assisti esse filme três vezes desde que lançou. Porque sim, teve muita coisa boa também! As músicas continuam bárbaras, teve Cher, o elenco original compensou MUITO todo o sofrimento que tive com o elenco jovem, Cher, tiveram cenas que me levaram as lágrimas e cenas que me fizeram querer levantar no cinema e dançar. A história terminou com um final fechadinho, e eu amei conhecer, mesmo que pela Lilly, um pouquinho mais de uma das minhas personagens favoritas do cinema. E teve Cher. Eu já mencionei a Cher? GENTE, A CHER. CANTANDO. MÚSICAS. DO. ABBA. 
  A cantora, inclusive, gravou um CD todinho cantando músicas do Abba nas versões dela. Pra quem quiser conferir, tá aqui: 

TASCA O PLAY, GENTE! TÁ LINDO! ♥

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Então pra quem amou o primeiro, pra quem curte Abba, musical, comédia, filme de deixar o coração quentinho, eu SUPER recomendo!! Espero que tenham curtido, e espero conseguir voltar a postar com a mesma frequência que amo fazer. Oremos, people. Hahaha

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