Replay

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Título: Replay
Autor: Marc Levy
Editora: Suma
Número de Páginas: 239
Data de Publicação: 2013
Skoob: Adicione! 


  Quem é que em pleno ano de 2018 continua sendo enganada pelas capas e sinopses? Eu mesma. Após sair de uma leitura bem pesada, resolvi escolher esse livro por remeter a um romance, e acabei ficando ainda mais no chão! Vamos lá. 
  Andrew Stilman, um jornalista renomado, precisava de uma segunda chance. Sua carreira estava bem, mas seu casamento estava por um fio, graças a uma sucessão de decisões impensadas. Ao realizar sua corrida matinal, Andrew sente uma dor intensa na região da lombar, e percebe que foi apunhalado por um objeto desconhecido. Só que, conforme sua vida vai se esvaindo, ao invés de morrer, ele acorda, três meses antes, e tem a chance que precisava para corrigir os erros do passado. Após concluir uma investigação sobre crianças que haviam sido roubadas de suas famílias e vendidas a pais adotivos, ele tem uma nova missão.
  A missão? Uma temporada na Argentina, para desmascarar um cruel participante na ditadura que ocorreu anos atrás, levando milhares a morte. Não só seu trabalho depende dessa reportagem, mas sua honra. Ele precisa levar paz as famílias que ficaram, e para isso, não irá medir esforços.


Temos tempo, somos jovens.
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    Fora as cenas detalhadas das torturas agoniantes que eram praticadas, e toda a tristeza envolvida nesse contexto, o livro não me despertou muita vontade de continuar. Andrew corre em busca de seu assassino, antes que seja tarde, mas é mais cansativo do que instigante acompanha-lo na sua investigação particular. Sem contar que várias das suas decisões me deixaram nervosa, mesmo com uma segunda chance, ele ainda foi capaz de fazer besteira. 
  E o final? Marc Levy não teve piedade e nos deu o temível (pelo menos pra mim) final em aberto. Na minha opinião, não condiz em nada com o restante da narrativa, e me deixou com um sentimento muito grande de frustração. Enfim, eu recomendo para quem curta esse tipo de final! Talvez, se fosse feito um filme, fizesse mais sentido (como o longa da obra "Se eu ficar"). 
  É isso, galere! Não tenho muitas impressões dessa vez, pois a leitura realmente não me impressionou... 

Max Payne 3

  Oi pessoal, tudo bom? Já faz 84 anos que não indico games por aqui, né? Me perdoem! É que livros, filmes e séries são bem mais fáceis de acompanhar, jogar requer mais tempo e comprometimento, por isso a escassez temporária. Masssss, vamos lá! O escolhido de hoje é Max Payne 3, da Rockstar Games. Eu adoro indicar jogos que tem ótimo enredo, arte e etc, e MP 3 tem tudo isso e mais um pouco! Repleto de ação, toda a história se passa no BRASIL! SIM! Mais precisamente, em São Paulo (Apesar de, pela cenografia, parecer mais o Rio de Janeiro). 
  Além de ser ambientado aqui, o jogo é legendado nas falas do Max, mas as falas do restante do pessoal são todas em português, e eu achei isso MUITO legal! 

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  Após os eventos de Max Payne 2, o protagonista se torna guarda costas de uma família rica de São Paulo. Quando membros dessa família são sequestrados, ele precisa resgatá-los a qualquer custo. Temos as mais diversas ambientações, desde mansões na capital até as favelas. Com várias ações além de "atirar", podemos dirigir veículos, perseguir suspeitos, buscar por pistas, fazer o papel completo de um guarda costas/assassino. Também conta com a participação de vários "personagens" do cotidiano brasileiro: Policia militar, direitos humanos, donos do morro, milícia... é um verdadeiro pandemônio de corrupção brasileira, em um jogo americano.

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  Eu só não indico para quem não gosta de violência em jogos, pois esse contém um certo nível de sangue e mortes violentas (e detalhadas). Gosto de jogos assim para relaxar, mas pode ser que alguns achem extremo demais. Contra indicado para crianças também, já que correm palavrões e xingamentos a rodo. Brasil, né mores! 
  E é isso! Não quero contar spoilers, mas é basicamente um jogo incrível, shooter, e é possível jogar no PC, Xbox ou Playstation! :) 

Nada

Resultado de imagem para nada livro Oi gente! Tudo bom?
  Por esses dias, estava a procura de algo pequeno e rápido para ler, e me deparei com esse livro esquecido na minha estante. Nunca imaginei que ia levar três dias e meio para ler menos de 150 páginas, mas que páginas, meus amigos. 
  Pierre Anthon é uma criança que perdeu a vontade de viver. Um dia, ele simplesmente sobe em cima de uma árvore, e começa a gritar sobre como a vida não tem sentido, que tudo acabará em breve e que ninguém precisa se preocupar em fazer algo em vida, pois nada importa realmente. 
  Então, um grupo de crianças colegas de classe, resolvem provar a ele que existe, sim, um significado para viver. Um motivo que leva todos a fazer coisas, e a seguir em frente. A melhor maneira de provar a Pierre tudo isso, é literalmente fazer uma pilha com coisas que significam demais para eles, e assim, encontrar o real significado da existência. 
  Eles escolhem uma antiga serralheria desativada para iniciar o monumento, e de começo, os objetos eleitos "significativos" são normais e "aceitáveis". Uma criança escolhe o da próxima, que escolhe da próxima, e assim por diante. Então tudo começa com livros de uma coleção, sapatos, um instrumento musical, brinquedo favorito, e por aí vai. Até que tudo começa a ficar macabro demais, e a pilha começa a conter um significado ainda maior. 

Tudo só começa para acabar. Tudo começa a morrer no instante em que nasce.
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  Depois de um deles escolher um "animal de estimação" para fazer parte da pilha, e outro escolher "a inocência" de uma menina, tudo começa a ficar cada vez mais horrível. As coisas que crianças, vou repetir, crianças fizeram, explicam o porquê desse livro ter sido banido por muito tempo após ser lançado. É cruel demais! Cada um dos personagens tem um nome denominando sua personalidade. "Piedoso Kaj", "Doce Rosa", e etc. Quem nos conta esse thriller sinistro é uma garotinha, que ao mesmo tempo que sofre ao dar seus tamancos novos para a pilha, não se sente tão mal ao ajudar a desenterrar um caixão. POIS É. São pequenos sociopatas. 

Vocês vão a escola para ter um emprego e trabalhar para ter tempo de fazer nada?

  A capa não condiz em nada com o enredo, fui completamente enganada, rs. Não vou dizer que não recomendo a leitura, só porque eu não gostei nem um pouco. É claro que ela traz uma reflexão muito grande sobre o verdadeiro sentido da vida, e talvez algumas pessoas gostem, mas para mim foi uma leitura completamente desnecessária, que eu gostaria de esquecer.  
  

Os 13 porquês

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   Os 13 porquês é uma das séries mais polêmicas da atualidade. Não apenas pelo tema tratado, que é o suicídio, mas pela escolha de como representar a mensagem. Então, eu resolvi ler o livro e tirar minhas próprias conclusões sobre o livro e a série. Essa será uma resenha dupla de ambos. 
  Bom, vamos começar pela história, que permaneceu a mesma tanto nas páginas quanto nas telas. Hannah Baker, de 17 anos, se suicidou após rumores terem sido espalhados na escola onde estudava. Não foram apenas os rumores, mas eles desencadearam uma série de eventos que a envolviam de um jeito ou de outro, até o momento que foi a gota d'agua. Antes de morrer, a garota gravou 13 fitas, cada uma para 1 pessoa que foi, de alguma maneira, responsável pela sua morte. E Clay Jensen, o garoto pacato, que sempre gostou dela mas nunca teve coragem suficiente para se declarar, recebeu as fitas. A regra é: Ouvi-las e repassa-las para a próxima pessoa, caso contrário, elas se tornarão públicas e todos saberão as coisas horríveis que aconteceram.
 Seria ele um dos motivos? Uma das pessoas que a levou a tomar aqueles comprimidos? Conforme Clay ouve o relato de Hannah, ele percebe o quanto não sabe sobre a maioria de seus colegas de classe, e como pequenas atitudes podem acabar virando algo muito maior. Ele também percebe que se importava muito com ela, mas não se importou o bastante no passado para, talvez, impedir o que aconteceu.  

E vocês, repararam nas cicatrizes que deixaram para trás? Provavelmente não. Porque a maioria delas não pode ser vista a olho nu. 

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  Achei a edição um pouco confusa. Apesar da capa estar lindíssima, e ter um mapa por dentro (o mesmo que ela cita nas fitas, para contextualizar os lugares onde aconteceram as coisas), as alternações entre as falas da Hannah e do Clay são diferenciadas por itálico. As dela em itálico, as dele normal. Mas ele interrompe as falas dela, e ambas se misturam facilmente, então tive que voltar várias vezes para ver quem tinha dito o quê. 
   Sobre a série, acho que ela acabou completando a obra. Por exemplo, no livro, tudo o que sabemos dos personagens é estritamente o que é dito nas fitas, não há backstory dos personagens. Já no seriado, podemos descobrir de onde vieram, como são suas famílias, etc. As cenas são muito mais detalhadas na série, do que nas falas da personagem no livro, que inclusive faz algumas piadas. Várias! Não condiz em nada com o perfil de quem está sofrendo tanto! Clay do livro é bem menos melancólico que o da série, e esse é um ponto positivo. No seriado, dá vontade de dar uns chacoalhões nele, que ao invés de ouvir tudo para tomar as decisões sobre o que fazer, ou quem cobrar, muda de idéia a cada fita escutada.

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Sobre a cena. É sobre a cena do suicídio em si que descansa toda a polêmica. Então, serei bem sincera. Nos livros, ela toma pílulas, enche a banheira, mas cai no sono e morre antes mesmo de entrar. Na série, ela corta os pulsos na banheira, com uma cena lenta e dolorida de assistir. Eu já li diversos livros que tratam sobre esse tema, e já li diversas cenas onde um personagem tira a própria vida. Também já assisti filmes sobre o assunto, mas nenhuma cena me impressionou tanto e me deixou refletindo por vários dias depois. Aquilo foi feito para chocar. Existem avisos no início do episódio, avisando, mas nada te prepara. Se esse era o objetivo dos roteiristas, eles conseguiram. O livro não teve nem um pouco do mesmo impacto, foi fraco nesse quesito. Não me emocionou, nem me levou as lágrimas, como o seriado fez. O objetivo não é se identificar com a Hannah, e sim com os outros 13 personagens, e entender que até mesmo algo pequeno, uma atitude impensada, pode significar muito para outra pessoa. 

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 Já a 2ª temporada, não me arrisquei a assistir. Pelo que vi, tanto pelos comentários quanto as cenas em si, perdeu todo o sentido. Achei desnecessária a continuação, então nem sei se irei conferir... Não irei indicar, pois é uma história que não é pra todo mundo. Fala sobre dor, perda, desilusão, abuso, estupro, dor, dor e mais dor. Importante para conscientizar, talvez... mas não é algo fácil de se ler ou assistir.  

Ocean's 8

  Gente, quem aqui já foi ver um filme única e exclusivamente pelo elenco? Aconteceu comigo em "Into the Woods", e eu posso dizer que foi uma experiência péssima, um dia tomo coragem e resenho ele pra vocês, hahaha. Mas hoje estou aqui para falar de Ocean's 8, ou melhor, Oito mulheres e um segredo. Quando foi divulgado o elenco do longa, eu já corri pra reservar meu ingresso. Só mulher maravilhosa! 

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  A história é uma continuação dos filmes anteriores (11 homens e um segredo, 12 homens e outro segredo, etc etc), e Debbie Ocean (Sandra Bullock), após ser solta de uma longa estadia na prisão, planeja um roubo milionário e genial. O alvo? Um colar que vale milhões, no pescoço de uma atriz conhecida por ser insuportável, em um dos eventos mais comentados e vigiados do mundo: O Met Gala. Diferente dos outros filmes, não será preciso mais de dez pessoas para concluir o plano. Oito serão suficientes. Oito mulheres, com habilidades diversas, que juntas completam uma equipe capaz de qualquer coisa.  

Nós precisamos mesmo roubar? Não podemos só entrar e assistir?
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  Apesar do roteiro ser um pouco previsível, eu achei bem engraçado, e acho que esse foi o verdadeiro objetivo. Comédia, empoderamento, e algumas cenas com plots que eu não imaginava! (Tem spoiler  no título e no pôster, socorro). Vale a pena ver, para se divertir e admirar o trabalho desse elenco e produção incríveis! Provavelmente terá continuação, vamos aguardar para ver! Aqui, confiram o trailer: 



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